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Daremos continuidade na divulgação dos cases vencedores do Prêmio Nacional de Gestão Educacional - PNGE 2019.

Temos o prazer em compartilhar a prática do ensino superior, classificada como ouro, na categoria Gestão Administrativa e de Comunicação: O Marketing Esportivo entra no campo educacional, da Centro Universitário Sociesc:

PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL

Histórico: Em marco de 2019 o Centro Universitário Sociesc completara 60 anos de fundação desde sua origem em 1959 através da formação de jovens na Escola Técnica Tupy (ETT) em Joinville, região norte do estado de Santa Catarina.

 

Durante todo este tempo a instituição foi referência na formação de profissionais com qualidade e referencia nas áreas de engenharia e tecnologia no sul do Brasil.

 

Em 2017 a Sociesc ampliou seu portfólio de cursos passando a atuar em todas as áreas do conhecimento e viu também um grande crescimento de instituições de outras regiões entrarem na cidade com a oferta de cursos EAD, na grande maioria com baixas mensalidades.

 

Em virtude deste cenário, a diretoria da instituição optou em investir em ações de marketing esportivo em 2018, através de 3 programas prioritários: patrocínio ao Joinville Esporte Clube (futebol), Basquete Joinville e de um programa de Bolsas para alunos atletas que sejam federados e que possuam performances de destaque nas competições nacionais.

 

O esporte funciona como uma fonte de vinculação emocional da instituição com seus públicos. A identificação do que esporte proporciona aos envolvidos e fundamental para que seja mantida a visualização da qualidade dos serviços prestados e, alusão aos resultados vitoriosos que supostamente encontra-se no esporte, o sucesso dos profissionais que nelas são formados.

 

Seguindo o processo de desenvolvimento de um projeto de vida aos seus alunos e de proporcionar o desenvolvimento regional para as comunidades onde a instituição está inserida, a Sociesc visa preparar seus alunos para continuar a aprender ao longo da vida.

 

Conforme a filosofia e a atuação da instituição no mercado educacional, os alunos da instituição são preparados para o exercício acadêmico e profissional, mas também são motivados a valorizar a disposição para o trabalho em equipe, a criatividade, ao empreendedorismo e a capacidade de solucionar problemas. Além de colocar em pratica os valores éticos que são fundamentais para os relacionamentos em sociedade,

tais como: tolerância, solidariedade e o respeito as culturas e etnias.

 

Objetivos da Prática Eficaz:

Fortalecimento da marca UniSociesc na região norte de Santa Catarina;

Aumento de Market share (participação de mercado / matriculas);

Relacionamento / envolvimento da marca e da instituição com um dos pilares mais amados pela cidade.

Público alvo atingido:

a) Joinville Esporte Clube (JEC);

b) Basquete Joinville, única equipe que disputa o NBB no Sul do Brasil;

c) Torcedores do clube da cidade mais populosa do estado de Santa Catarina;

d) Sócio-torcedores ativos no clube;

e) Publico-interno da instituição, sendo professores, colaboradores e alunos envolvidos nas ações;

f) Imprensa;

g) Atletas;

h) Formadores de Opinião.

 

 

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Colégio Farroupilha também se destacou no PNGE 2019, obtendo o prêmio ouro do Ensino Básico na categoria: Gestão Acadêmica.

PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL

 

Histórico: Conviver na escola, no condomínio, no trânsito, no trabalho... a convivência está presente em praticamente todas as ações do nosso dia a dia. Aprender a conviver não acontece somente nas relações humanas. Pode ser que você tenha que mudar de cidade ou país, por exemplo, e será preciso se adaptar ao novo local. Luciene Regina Paulino Tognetta, professora do Departamento de Psicologia da Educação da Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (GEPEM), destaca que estudos sobre o tema têm mostrado evidências de como o desempenho escolar é afetado diretamente pelas questões das relações interpessoais que acontecem em sala de aula e na escola. “As pesquisas mostram que o clima da escola, ou seja, o conjunto de percepções sobre vários domínios, do ponto de vista das relações entre ensino e aprendizagem, dos conteúdos, das metodologias usadas, da relação professor-estudante, das questões das disposições físicas, de como os estudantes relacionam-se entre pares, levam a melhores resultados. Isto é, quanto mais tivermos qualidade nas relações e um clima positivo, mais os estudantes têm melhores desempenhos”, explica.

Luciene chama a atenção, ainda, para questões de convivência que não são aprendidas em um único ano, em momentos pontuais e muito menos em um projeto, com começo, meio e fim. “Se pensarmos dessa forma, a escola não dá conta de desenvolver de fato aquilo que nós mais queremos, que são relações entre as pessoas, que é essa qualidade de serem morais, respeitosas, generosas, justas, solidárias, e todas as outras virtudes que queremos que as crianças, os adolescentes e os jovens tenham”, afirma. A convivência deve ser trabalhada desde a Educação Infantil, com a realização de assembleias semanais e atividades que busquem o autoconhecimento e a resolução de conflitos de forma assertiva.

Nesse processo, o papel do professor é fundamental. “O bom professor tem que entender o seu objeto, que é o ser humano. Então, ele precisa compreender sobre como essa criança aprende, não só Português e Matemática, mas como ela aprende os valores morais e a convivência com o outro. O que posso fazer quando o estudante mente? Como eu dou conta para formar para a autonomia? Que tipo de regra é melhor eu cobrar na escola? Como eu cobro as regras na escola? Essas são questões para serem repensadas continuamente na educação”, sinaliza.

As demandas envolvendo a convivência também devem contar com o apoio da família. “Existem possibilidades hoje de pensarmos em formas de trazer a família para a escola e de discutirmos juntos os problemas que a família tem vivido na educação dos seus filhos. A escola precisa ser, igualmente, um espaço de aprendizagem da educação dos pais para educarem os seus filhos”, ressalta. A psicóloga Denise da Silva Maia, que auxiliou na construção da Matriz Socioemocional do Colégio Farroupilha, afirma que a escola deve comunicar com clareza a sua identidade, o seu projeto pedagógico, o seu espaço e os seus valores em relação à convivência. “É um ganho para a escola se ela conseguir identificar, no processo de captação de estudantes e famílias, que os pais estão a escolhendo também por isso. Os papéis – escola e família – devem ser preservados e me parece realmente bem adequado a escola conseguir comunicar com clareza as suas escolhas e opções”, considera.

Com base nesse contexto contemporâneo, onde as habilidades socioemocionais se mostram cada vez mais importantes para o desenvolvimento, que o Colégio Farroupilha, ainda em 2016, iniciou o planejamento do programa ConViver Bem, que englobou ações e iniciativas como o combate ao bullying e o relançamento do Código de Conduta e Convivência da escola.

 

Objetivos da Prática Eficaz

O p ConViver Bem busca, por meio de suas ações, reforçar a importância do equilíbrio e da empatia nas relações entre todos aqueles que fazem parte da comunidade escolar do Colégio Farroupilha. A proposta relaciona-se, ainda, com os valores institucionais e com a missão de formar cidadãos competentes, éticos e globais e vai ao encontro de outras iniciativas que direcionam o desenvolvimento de habilidades e competências socioemocionais dos estudantes. Desde 2016, os educadores da escola, orientados pelas equipes de Coordenação Pedagógica e de Serviço de Orientação Educacional e Psicologia Escolar, vem desenvolvendo práticas embasadas na Matriz Socioemocional do Colégio Farroupilha, cujos eixos norteadores - identidade, convivência e cidadania - permeiam diferentes projetos e ações educativas. Assim, o programa ConViver Bem é um desdobramento do trabalho desenvolvido no eixo convivência, estruturado na Matriz no sentido de promover habilidades com esse viés.

 

Público Alvo Atingido

Os públicos envolvidos são as famílias, os estudantes, os educadores, os parceiros e os fornecedores que, a cada ação, são impactados de diferentes formas.

 

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