A Pandemia do Novo Coronavirus e as
Estratégias Educacionais

Boas práticas em meio à dificuldade

Modelo Europeu de Maturidade Para
Blended Learning

O modelo a seguir é uma estrutura que pode ser usada para lidar com qualquer problema conceitual ou questões de implementação relativas à aprendizagem em cursos que adotam o blended learning.

 

O destaque que aqui fizemos indica quais dimensões são relevantes para professores e educadores. No documento disponibilizado pela Associação Europeia de Universidades de Ensino a Distância, mais conhecida por sua sigla em inglês - EADTU, também há aspectos que podem ser verificados para instituições e formuladores de políticas públicas.

 

O objetivo é ajudar, inspirar e orientar quem deseja implementar ou melhorar o blended learning em sua instituição.

 

A publicação da EADTU é resultado de uma pesquisa bibliográfica e também dezenas de entrevistas com educadores e gestores das instituições parceiras, validado por mais de 20 especialistas da Europa com vários anos de experiência nesse campo.

 

Se você deseja saber mais sobre o projeto financiado pela União Europeia e outras publicações relacionadas acesse https://embed.eadtu.eu. Foram aqui adotadas as seguintes definições:

 

I.     Blended Learning - aprendizagem como resultado de um processo deliberado e integrado de combinação de atividades online e presenciais;

II.     Maturidade - refere-se ao nível de formalização e otimização do processo de elaboração e condução do curso, tomada de decisão baseada em evidências, documentação e melhoria contínua da qualidade, relacionados à adoção das práticas de blended learning;

III.     Evidência e melhoria contínua de qualidade - quando respaldado por pesquisa ou evidência prática mensurada.

 

Optamos por manter o termo em inglês ‘blended learning’ ao invés da expressão ‘cursos híbridos’, esta última já muito difundida no Brasil.

 

No mundo da Agricultura, de onde é ‘importada’ a palavra ‘híbrido’, é cada vez mais comum que as sementes utilizadas tenham passado por algum melhoramento genético e sejam cientificamente aperfeiçoadas por grandes conglomerados empresariais.

 

Ao mesmo tempo em que esse fato faz aumentar a produtividade, há um limitador muito criticado por alguns setores da Sociedade, pois essas sementes ‘híbridas’ usualmente geram plantas incapazes de se reproduzirem. Ou seja, sementes que geram plantas incapazes de produzirem suas próprias sementes. A meu ver, um conceito que não cabe na Educação, que é marcada pela autonomia, pelo significado criticamente construído e pela possibilidade da construção do novo. 

Clique aqui e baixe o Modelo gratuitamente.

 

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