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Temos o prazer em compartilhar a prática do ensino superior, classificada como ouro, na categoria Responsabilidade Social: SINAIS – Sinalização de apoios à inclusão social, da UNIFENAS:

 

 

 

HISTÓRICO DA PRÁTICA EFICAZ:

Uma das premissas de atuação da Universidade é a inclusão social, sendo esta, pilastra fundamental inserida nos segmentos que compõem a tríade ensino/pesquisa/extensão desta instituição. A inclusão social e seus desdobramentos como a acessibilidade em todos os espaços sociais, promoção humana e valorização do indivíduo bem como a garantia dos direitos humanos tem sido uma vertente significativa nos programas de extensão universitária, locus de convergência de conhecimentos e fazeres acadêmicos de forma transversal e interdisciplinar integrando ensino, pesquisa e extensão gerando “produtos” significativos para os acadêmicos e comunidade externa. Ações pautadas nos direitos humanos são propostas que respeitam as diferenças e promovem equidade a todas as pessoas independentemente de condições e diferenças.

Compreender e admitir que a exclusão é uma prática em nossa sociedade é tema desafiador. Incluir é tão desafiador quanto. “Permitir” ao diferente que compartilhe de todos espaços significa: mudar, flexibilizar, preparar para receber, tornar possível. A transposição de barreiras comunicacionais, arquitetônicas e atitudinais equivale a mudanças culturais, a quebra de paradigmas que implicam em considerar novos conceitos revestidos de respeito a fim de minimizar ações excludentes, (substrato eficaz no sustento de preconceitos justificando desigualdades), tem sido elementos norteadores para as novas práticas na educação bem como em outros segmentos sociais. Por compartilhar do desejo de igualdade de oportunidades e atentando para a necessidade da difusão de políticas voltadas para a humanização, a universidade, através do Curso de Pedagogia e Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários, desenvolve o Projeto SINAIS - Sinalização de Apoio à Inclusão Social cuja proposta é promover ações pautadas nos direitos humanos, no respeito às diferenças e na equidade independentemente de condições e diferenças. Este nasceu das inquietações dos alunos ao se deparar com os conteúdos postulados na literatura e legislação e que destoavam da realidade vivida pela maioria das pessoas no que se refere aos direitos de estarem inseridos em todos os espaços sociais de forma autônoma e digna. Sendo assim, um dos principais objetivos do projeto consiste no resgate à humanização na formação acadêmica aproximando alunos e grupos sociais ainda excluídos devido ao preconceito e desinformação. Essa troca de experiências instiga os alunos na busca por soluções através do estudo, observação e pesquisa a fim de melhorar a qualidade de vida das comunidades. Por se tratar de um projeto intercursos, é possível congregar três vários conhecimentos para resolução das questões observadas aliando o conhecimento adquirido no banco acadêmico às demandas sociais.

 

OBJETIVOS DA PRÁTICA EFICAZ: Difundir a política de inclusão social e respeito às diferenças; Viabilizar aos acadêmicos da UNIFENAS experiências concretas nos cenários de minorias para busca de melhorias através da extensão e pesquisa. Possibilitar às comunidades de minorias o acesso à informação com relação a diretos e deveres. Capacitar, informar e orientar as escolas, empresas e instituições através de palestras, oficinas e consultorias por meio de docentes e discentes voluntários.

 

PÚBLICO ALVO ATINGIDO: Aproximadamente 6.000 (seis mil) alunos através do ensino, da extensão e pesquisa através de disciplinas, cursos, fóruns, palestras, mesa redonda e workshop. 7 (sete) APAES – Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais COMDALF - Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência de Alfenas. 4 (quatro) Instituições asilares. 5 (cinco) Secretarias Municipais de Assistência Social. 5 (cinco) Conselhos Municipais (Assistência Social, Saúde, Pessoas com Deficiências, Idosos e Mulheres). 1 (uma) Instituição de apoio à pessoa cega (CONVIVER) 1 (uma) Instituição de Apoio à pessoa com síndrome de down. Empresas Industriais e Comerciais locais. Tiro de Guerra. 35 (trinta e cinco) escolas.

 

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O Colégio CIMAN também se destacou no PNGE 2018 e levou o prêmio ouro com a prática “Placas fotovoltaicas: a escola como modelo de sociedade sustentável”, na categoria Gestão Administrativa e de Comunicação.

 

 

 

HISTÓRICO DA PRÁTICA EFICAZ:

A história da prática “Placas fotovoltaicas: a escola como modelo de sociedade sustentável” surge ainda no início dos anos 1970, quando o professor Atef Aissami, fundador, proprietário e diretor-geral do Colégio CIMAN, estudava Engenharia Civil na Universidade de Brasília (UnB). Lá, professores e estudantes já discutiam formas alternativas de geração de energia e o quanto o Brasil, com o alto índice de sol e calor que o contemplam, era talhado para o aproveitamento da energia solar. Com o passar dos anos e o crescimento da escola, o engenheiro que se tornou educador e empresário passou a estudar o tema do ponto de vista da gestão financeira, das práticas sustentáveis e do modelo educativo. A grave crise hídrica que se abateu sobre São Paulo, no início de 2015, foi mais um empurrão para a ideia que já amadurecia, da implementação de um sistema de energia que não tivesse apenas a força hidrelétrica como motriz. Foi então que o Colégio CIMAN começou a buscar, no mercado do Distrito Federal, empresas especializadas na produção de energia limpa e renovável por meio das placas fotovoltaicas. Nessa pesquisa, a empresa Strom Brasil foi escolhida como fornecedora. A compra dos equipamentos e a instalação do sistema, que tem 25 anos de durabilidade garantida, foram feitas, entre junho e setembro de 2016, com início das operações em outubro do mesmo ano. Trata-se de 630 painéis fotovoltaicos, de 2 metros quadrados cada, que cobrem os quatro blocos da escola para captação de energia solar. Estruturas de alumínio e aço inoxidável sustentam os painéis, que geram em torno de 29 mil kW/h por mês de energia elétrica ou mais, cobrindo todo o consumo da instituição – e tendo sobra em alguns meses. Depois de captado pelos painéis, o calor do sol se transforma em energia contínua, que, ao passar por três inversores, se torna energia alternada, que é enviada para a rede elétrica da Companhia Energética de Brasília (CEB).

 

OBJETIVOS DA PRÁTICA EFICAZ:

A prática “Placas fotovoltaicas: a escola como modelo de sociedade sustentável” atingiu diversos objetivos para o desenvolvimento do Colégio CIMAN e da sua comunidade. O primeiro deles, de cunho administrativo, diz respeito ao retorno do investimento feito. Como o colégio tornou-se autossuficiente na produção de energia, o investimento tem retorno estimado no prazo de cinco a seis anos desde a implantação, levando a escola a, depois disso, zerar seus gastos com o consumo de energia elétrica. Do ponto de vista pedagógico, a produção de energia limpa e renovável é um ganho de proporções imensuráveis para a comunidade escolar, pois educa pelo exemplo. Estudantes, professores e suas famílias estão, por meio dessa prática, aprendendo mais sobre a sustentabilidade do planeta, o fim do desperdício, a economia baseada nas boas práticas ambientais e o entendimento do mundo pela ótica da coletividade – em lugar do individualismo perpetuado em diversas formas de mídia. Tanto que muitas aulas em diversas disciplinas (como geografia, matemática, física, ciências e ética e cidadania) são ministradas tendo como pano de fundo um telão instalado no hall principal da escola, com atualização automática, para que a comunidade acompanhe a quantidade de energia produzida e a quantidade de CO2 economizada pela escola, entre outros sinalizadores de benefícios ecológicos, como resultado do desempenho da captação de energia solar. Alunos, professores, famílias, educadores e demais colaboradores tornaram-se multiplicadores dessa ideia. Outro objetivo alcançado diz respeito à comunicação da prática além dos muros da escola. Por ser pioneiro na implantação, sendo a primeira escola no País e a instituição no DF com a maior captação instalada, o Colégio CIMAN ganhou e ainda ganha grande espaço na mídia em reportagens que mostram o sistema e seus desdobramentos (como Rede Globo Nacional, Rede Globo DF, Rede Vida, Rádio CBN, Correio Braziliense, portal Brasília de Fato e revista “Evoke”, entre outros). Isso faz com que a escola amplie seu poder de educar pela prática para muito além de sua comunidade escolar. Assim, o Colégio CIMAN mostra sua missão na sua prática: “Oferecer todos os níveis da educação básica, com ensino de excelência superior aos padrões consagrados, garantindo a formação intelectual, social e plena de pessoas que participem, de maneira ativa e permanente, da construção de sociedades sustentáveis”. Aula de matemática utilizando dados da produção da energia

 

PÚBLICO ALVO ATINGIDO:

A prática “Placas fotovoltaicas: a escola como modelo de sociedade sustentável” tinha o objetivo inicial de atingir a comunidade escolar, o que foi plenamente concretizado. Além da educação ambiental efetivada por meio do exemplo e das aprendizagens geradas pela produção da energia limpa e renovável, há, ainda, o atingimento do público-alvo do ponto de vista econômico-financeiro. Como parte da boa gestão financeira da escola, a ação corrobora para que o Colégio CIMAN continue prestando serviços educacionais de excelência por preços mais do que competitivos, como ocorre hoje – ano em que a escola teve um dos menores índices de reajustes de mensalidades entre as instituições de ensino do DF. Isso porque as práticas de gestão privilegiam o não desperdício e as oportunidades de bons negócios, o que impacta diretamente no investimento que as famílias da comunidade têm de fazer para garantir os estudos de seus filhos. Em outra vertente, a escola fomenta a política de reconhecimento e o sentimento de orgulho nos colaboradores – entre eles os educadores – e também fornecedores por fazerem parte de uma empresa que se mostra realmente comprometida com as boas práticas sociais e ambientais.

 

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As inscrições do PNGE 2019 serão gratuitas e abrirão em breve! Fique atento(a)!

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