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Nesta edição do HUMUS News temos o prazer em compartilhar a prática do Ensino Superior, classificada como prata, na categoria Gestão Administrativa e de Comunicação, da Universidade Luterana do Brasil:

 

 

 

 

 

 

HISTÓRICO DA PRÁTICA EFICAZ: Na busca por “encantar” o aluno e excelência no atendimento e processos administrativos, indo ao encontro da necessidade de centralização do atendimento e dos serviços acadêmicos da Universidade em um único espaço físico, surgiu o projeto da CSC – Central de Serviços Compartilhados.

Algumas reuniões foram necessárias até que em junho de 2014 ocorreu à aprovação do Termo de Abertura do projeto pela Diretoria Executiva da Mantenedora e a partir desta data, as etapas de execução do cronograma iniciaram até a inauguração em 04/11/2014. Foram meses de muita dedicação para que todos os critérios estabelecidos fossem cumpridos de forma a atender (e superar) as expectativas.

A CSC, denominada “CENTRAL DE RELACIONAMENTO” é uma tendência nas Universidades e no mercado empresarial.

Passados três anos da inauguração, mantém-se como um projeto inovador e reflete o atual PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional, onde a nossa Missão é “Ser comunidade de aprendizagem eficaz e inovadora” e visão “Consolidar-se, até 2022, como instituição de excelência acadêmica e administrativa”.

 

OBJETIVOS DA PRÁTICA EFICAZ: Implantar a Central de Serviços Compartilhados, com a centralização em um mesmo espaço físico do atendimento e principais serviços acadêmicos da Universidade.

 

PÚBLICO ALVO ATINGIDO: O nosso público alvo são os alunos, nossa razão de existir, porém ressalta-se que com a Central de Relacionamento toda a comunidade acadêmica foi beneficiada.

 

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O Colégio Farroupilha também se destacou no PNGE 2018 e levou o prêmio prata com a prática “Projeto Lar no Colégio Farroupilha”, na categoria: Gestão Acadêmica.

 

 

 

HISTÓRICO DA PRÁTICA EFICAZ: O Colégio Farroupilha é a instituição de educação básica mais antiga do Rio Grande do Sul. Foi fundada há 131 anos pela Associação Beneficente Alemã, uma entidade criada para auxiliar os imigrantes alemães e seus descendentes que estavam chegando ao sul do Brasil. Atualmente, atende cerca de 2.700 estudantes do Berçário ao Ensino Médio, com a missão de educar para formar cidadãos competentes, buscando que o estudante tenha condições de pensar e desenvolver as suas próprias habilidades.

 

Presente de forma constante nas discussões sobre a educação no século XXI está a cultura maker, que consiste na ideia de que pessoas podem criar, consertar e alterar objetos e produtos com suas próprias mãos. Entende-se que, mais do que da teoria, o estudante precisa do envolvimento com a produção e execução dos projetos. Para especialistas em educação, como o professor de Psicologia Luciano Meira (UFPE), o ensino maker pode fazer com que os alunos se sintam instigados a pensar além: “O modelo atual é muito centrado na teoria e menos na imersão do sujeito na prática”. Ainda, segundo o professor e pesquisador Humberto Zanetti: “a cultura Maker aplicada à Educação pode ser a solução de vários problemas que temos em nossas salas de aula”.

 

O LAR – Laboratório Aberto de Residência é um projeto transdisciplinar, articulando elementos que passam entre, além e através das disciplinas, sempre na busca de compreensão da complexidade do mundo real e contribuindo para formação de alunos mais aptos para se inserir em um planeta globalizado.

Por meio dele, os 150 estudantes de 3ª série do Ensino Médio colocaram a mão na massa, construindo uma casa no pátio da escola. Foi necessário analisar a posição solar, planejar a fundação do imóvel, instalar a fiação elétrica, encanamento etc. Os alunos também estudaram conceitos de lar para diferentes públicos, como para idosos que vivem em geriatrias, para as crianças em casas de passagem, para os refugiados que buscam um novo lar, para as famílias que vivem juntas em uma casa, entre outros.

 

OBJETIVOS DA PRÁTICA EFICAZ: Nesse contexto, o projeto LAR (Laboratório Aberto de Residência) teve como objetivos principais: Abordar as diversas competências e habilidades desenvolvidas em cada um dos componentes curriculares; Retomar e consolidar os conceitos de sustentabilidade em práticas do cotidiano; Estimular a aprendizagem a partir do fazer (cultura maker); Refletir sobre questões sociais, reforçando aspectos de âmbito local e global, trabalhando as competências e habilidades de caráter socioemocional; Desenvolver nos estudantes a autonomia, o protagonismo, a empatia, habilidades para o trabalho em equipe.

 

PÚBLICO ALVO ATINGIDO: O LAR, ao longo de sua execução, envolveu estudantes, fornecedores, famílias e também a comunidade escolar como um todo.

 

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