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Como tornar seu artigo científico mais atraente para ser publicado

Recentemente tive a oportunidade de participar de um minicurso (online) oferecido pela SBPC 2020 “COMO PREPARAR, AVALIAR, PUBLICAR E DIVULGAR UM ARTIGO CIENTÍFICO” ministrado, brilhantemente, pelos professores/pesquisadores Sigmar de Mello Rode (UNESP), Piotr Trzesniak (UFPE) e Germana Barata (LABJOR/UNICAMP) que, junto com minhas experiências de publicação, me impulsionaram a escrever e compartilhar um pouco do que aprendi nestas linhas a seguir.

Lembro que a proposta aqui não é ensinar a escrever um artigo (isso é outra história). A proposta aqui é como fazer “a lição de casa” para que seu artigo tenha alta probabilidade de receber o ACEITE para publicação.

O artigo está dividido em cinco (5) Etapas e espero que contribua para os interessados.

Etapa 1 – O artigo finalizado

Pode parecer estranho dizer “artigo finalizado” logo de início mas, antes de pensar em submeter a qualquer revista (nacional ou internacional) você deve ter seu artigo com a redação em português finalizado, dentro da estrutura tradicional de um artigo científico: título, autor(es), resumo, palavras-chave, introdução, materiais e métodos, resultados, discussões, conclusões e bibliografia.

Deverá ter também uma pasta com as Figuras finais do artigo, observando que a qualidade de resolução dessas figuras seja de bom nível. Caso haja gráficos, verificar se esses gráficos podem ser editados tanto na forma colorida como em preto e branco (ou em escala cinza). Caso os gráficos tenham sido construídos a partir de planilhas do Excel, manter a(s) planilha(s) na mesma pasta. Nome sugerido para a pasta: FIGURAS. Observar também se todas as figuras foram salvas no mesmo formato (jpg, bmp, gif, pdf etc).

O mesmo vale para a Tabelas. Crie uma pasta (sugestão de nome: TABELAS) que as armazene. Tenha certeza que tais tabelas possam ser editadas, caso necessário. Não armazene Tabelas em formato de imagens (a não ser em casos muito particulares).

Caso não use um gerenciador de referências (Mendeley, EndNote etc), como é o meu caso, é importante também ter uma pasta (sugestão de nome: FONTES) na qual você tem TODAS as Referências do seu artigo já no padrão da ABNT (considere que revistas internacionais têm outro padrão para referências).

Superada a primeira etapa, caminhemos para a segunda.

Etapa 2 – A escolha da revista.

Concluída a redação do seu artigo há de se decidir onde se pretende publicar o artigo: em revista nacional ou estrangeira?

Talvez, antes de se decidir sobre a questão colocada, a questão primordial nesta etapa é: quero publicar meu artigo em uma revista com qual Fator de Impacto?

Fator de Impacto (FI) é um método usado para qualificar as revistas científicas com base nas citações que ela recebe. O cálculo é feito somando-se as citações dos artigos recebidas no ano do cálculo do fator de impacto e dividindo esse número pela quantidade de artigos publicados nos dois anos antecedentes a esse cálculo[1]. Não há um número de FI bom ou ruim. Para saber se uma revista possui “bom” fator de impacto, basta compará-la com outras revistas dentro de sua área de assunto. Quanto maior o valor de FI, mais bem classificada a revista é.

Fator de Impacto x Qualis Capes:

O Qualis da Capes serve para orientar o pesquisador sobre a relevância de periódicos das diversas áreas do conhecimento. Segundo a CAPES:

  • A1 e A2 – Excelência Nacional e Internacional

  • B1 e B2 – Excelência nacional

  • B3, B4 e B5 – (relevância média)

  • C – baixa relevância

Como trata-se de um “ranking” muito controverso, há rumores de que a CAPES irá abolir futuramente o sistema Qualis por outro. A aguardar!

Retomando a pergunta inicial desta Etapa: publicar o artigo em revista nacional ou estrangeira?

Se a opção recair sobre uma Revista nacional, a primeira coisa a fazer é garantir que seu artigo não apresente NENHUM erro de português: ortografia, pontuação, concordância, acentuação etc. Para isso é INDISPENSÁVEL que seu texto passe por um Revisor profissional (mesmo que ele não seja da sua área de atuação). Encaminhar um artigo científico com qualquer um ou mais dos tipos de erros aqui citados já está fadado a receber uma RECUSA PARA PUBLICAÇÃO (e até, talvez, um “puxão de orelha” do Editor).

Por outro lado, caso opte pela publicação em uma revista estrangeira, certifique-se que seu artigo está escrito de forma radicalmente correta na língua utilizada pelo periódico (inglês, espanhol, francês, alemão etc.). Os mesmos cuidados observados no parágrafo anterior valem aqui também, porém com alguns itens a mais:

  1. Quando se escreve em outra língua que não a portuguesa, há de se dar preferência a um revisor de texto que seja da sua área por causa dos termos técnicos muito específicos;

  2. Quando se escreve em outra língua, há de se levar em conta também a questão da regionalidade. Por exemplo: embora sutis, há diferenças entre o inglês britânico, do inglês americano e do inglês australiano. Assim como há diferenças entre o português de Portugal e o do Brasil. Por isso, ao escolher uma revista internacional verifique nas Orientações ao Autor (Author Guide) que tipo de grafia ela exige e cumpra-a;

  3. Lembrando que muitas revistas internacionais oferecem em suas páginas serviços especializados de revisão na língua na qual ela publica, para autores não nativos. Porém há custos;

  4. Existem sites como o CAMBRIDGE ENGLISH (Write & Improve), em https://writeandimprove.com/ que é uma ferramenta online (gratuita) que auxilia escritores a melhorar sua redação em língua inglesa.

Vencida a segunda etapa, caminhamos para a terceira.

Parte 3 – Etapas intermediárias importantes

 

[1] https://www.periodicosdeminas.ufmg.br/o-que-fator-de-impacto-periodico/#:~:text=Fator%20de%20Impacto%20%C3%A9%20um,nas%20cita%C3%A7%C3%B5es%20que%20ela%20recebe.&text=Se%20foram%20publicados%20400%20artigos,)%2C%20como%20explica%20Galo%C3%A1%20Journal.

 

 

Escolhida a revista (jornal ou periódico, como queiram) seguem algumas etapas importantes que, embora possam estar prontas, há de se comparar ou ajustar ao modelo exigido pela revista (vide Orientação aos Autores – Author Guide). Assim vejamos:

a) Formatação

Verifique a formatação exigida: margens (superior, inferior, laterais), tipo e tamanho de caracteres (fonte), espaçamento, títulos e subtítulos, figuras (como devem ser inseridas na submissão: parte integrante do manuscrito ou em arquivos separados; indicação da posição – aproximada – da imagem no texto; cores das imagens e gráficos – coloridos e/ou preto/branco; legendas e título (caption) da imagem); uso de imagens de terceiros, tabelas (verificar o padrão exigido pela revista, como devem ser inseridas na submissão: parte integrante do manuscrito ou em arquivos separados - editáveis; indicação da posição – aproximada – da tabela no texto), etc.

Para auxiliar neste trabalho muitas revistas adotam o Template, que é um arquivo de editor de texto formatado de acordo com as normas da revista. Assim, você pode colar as partes de cada parte do artigo com a opção colar sem formatação e automaticamente o texto ficará formatado.

Em alguns casos (raros) há a opção de enviar no modelo “Format free-submission” (é o caso da Taylor & Francis, por exemplo. Vide em https://authorservices.taylorandfrancis.com/tf_quick_guide/ ). O jornal admite a submissão em formato livre. Se o artigo for consistente e incluir todas as partes necessárias para revisão, você poderá enviar sem formatação. Caso o manuscrito seja aceito para publicação, aí você é convidado a formatar no padrão exigido.

 

b) Identificação do autor e co-autor(es)

Muitas revistas pedem que se elabore um arquivo (a ser anexado durante a submissão) com os dados completos do autor e do(s) co-autor(es), dentre eles:

Nome completo

Titulação e afiliação

Endereço de e-mail do responsável pela submissão (às vezes são pedidos dois e-mails para tentar evitar que alguma correspondência seja negligenciada porque caiu no spam)

Endereço de e-mail de todos: autor e co-autor(es)

Nota: dê preferência a informar o e-mail institucional. Evite endereços de outros provedores (uol, gmail, outlook, hotmail etc).

Endereço profissional completo

Número do ORCID (código de identificação do pesquisador na plataforma ORCID, permite a identificação correta do pesquisador evitando enganos no caso de homônimos, variações do nome e sobrenome do autor etc. É opcional, mas desejável).

 

c) Título do artigo

É comum encontrarmos títulos extremamente extensos e outros (mais raro) compactos. Aqui, na maioria das vezes, é bom “não pecar pelo excesso”. Título muito extensos (somados a subtítulos) podem ser um bom motivo para o artigo ser recusado “logo de cara”.

Seja objetivo!

Há revistas que limitam o número de palavras para o título: de 10 a 12, por exemplo.

Há de se verificar como a revista exige a grafia do título: tamanho da fonte, tipo de fonte, maiúsculo (caixa alta) ou minúsculo, centralizado ou não, em itálico, negrito etc.

 

d) Abstract

O Abstract (Resumo) é um texto em parágrafo único que deve expressar de forma objetiva do que se trata o artigo, quais os principais métodos aplicados e resultados obtidos. Destacar brevemente a relevância do artigo para o tema abordado e as principais conclusões (resumidamente).

Algumas revistas estabelecem o número de palavras ou de caracteres que o Abstract deve ter. Obedeça rigorosamente.

 

e) Keywords (palavras-chaves)

Veja algumas regras com as quais você pode se deparar:

e.1) Verifique se são aceitas palavras compostas ou se é exigido termos simples.

e.2) Verifique o número mínimo e máximo de palavras exigidas.

 

f) Highlights

Talvez você tenha ouvido pouco essa palavra em artigos científicos, mas ela vem sendo usada cada vez mais. Highligt ou “destaque” são aspectos-chave do seu artigo a serem destacados que podem determinar sua aceitação por pares e, por conseguinte, ser lido e citado em outros artigos.

Segundo algumas publicações da Elsevier, os “highlights” são obrigatórios para algumas das suas revistas, pois ajudam a aumentar a descoberta do artigo via motores (bases) de busca. Eles consistem em uma pequena coleção pontos que capturam os resultados de sua pesquisa, bem como novos métodos usados ​​durante o estudo (se houver). Os destaques devem ser enviados em um arquivo editável no sistema de envio on-line.

O número de “highlights” é variável, mas costuma flutuar entre 3 a 8 pontos de destaque, com número limitado de caracteres por destaque especificados pela revista.

Segue alguns exemplos de highlights extraídos de https://www.elsevier.com/authors/journal-authors/highlights (acesso em 30 Jul., 2020).

Example 1: From: Cancer Cell, Volume 32, Issue 2, 14 August 2017, Pages 169-184.e7

Highlights

  • Metastases mostly disseminate late from primary breast tumors, keeping most drivers

  • Drivers at relapse sample from a wider range of cancer genes than in primary tumors

  • Mutations in SWI-SNF complex and inactivated JAK-STAT signaling enriched at relapse

  • Mutational processes similar in primary and relapse; radiotherapy can damage genome

Example 2: From: Learning and Instruction, Volume 21, Issue 6, December 2011, 746-756

Highlights

  • Fading of a script alone does not foster domain-general strategy knowledge

  • Performance of the strategy declines during the fading of a script

  • Monitoring by a peer keeps performance of the strategy up during script fading

  • Performance of a strategy after fading fosters domain-general strategy knowledge

  • Fading and monitoring by a peer combined foster domain-general strategy knowledge

 

g) O núcleo (ou corpo) do artigo

Entenda por “núcleo do artigo” tudo que vem depois do título, autores, abstract, Keywords e highlights, ou seja, Introdução, Materiais e Métodos, Resultados e Discussões, Conclusões, Agradecimentos, Referências Bibliográficas.

A disposição de núcleo pode variar de revista para revista. No caso da Introdução ela pode ser uma espécie de Referencial Teórico ou um tópico para explicar como o artigo está estruturado; se for o segundo caso, há de se incluir um tópico intitulado Referencial Teórico (ou bibliográfico ou, até Estado da Arte). Um conteúdo que é indispensável no “núcleo do artigo”, de preferência logo no início, é informar e deixar bem claro qual a relevância do seu texto (pesquisa) para a área correspondente. Qual a sua contribuição para aquele tema em especial. Materiais e Métodos podem, alternativamente, ser chamado de Detalhes Experimentais ou Procedimentos Experimentais. O tópico Resultados e Discussões geralmente formam um único bloco do artigo, mas há revistas que pedem para se separar Resultados das Discussões. As conclusões podem ser pontuais, objetivas e curtas; há casos, porém, que a revista prefere um texto de caráter mais dissertativo a respeito das conclusões. Os Agradecimentos devem ser o mais limitado possível, dando ênfase ao órgão de fomento que, eventualmente, deu suporte financeiro à pesquisa (bolsa, por exemplo) e à pessoa (ou laboratório) que prestou um serviço específico, nada mais.

Por fim, vêm as Referências, que devem estar obrigatoriamente no formato da ABNT no caso de publicação em revista nacional ou no formato especificado pela revista, no caso de publicação internacional. Tão importante quanto escrever de forma adequada as referências, é a sua diversificação quanto as suas fontes. Evite ao máximo extrair referências para seu artigo de uma única base de dados; busque referências em fontes tais como academia.edu, EBSCO, Inspect, Proquest, Elsevier, Google Scholar, Direct Science etc. Diversifique e equilibre as fontes de referência. O portal de periódico da CAPES auxilia a escolha das bases por área do conhecimento.

 

h) Número de páginas do artigo

Aqui há um campo de discussão interessante. Tem áreas que, dadas as suas peculiaridades, apresentam artigos com mais de 50 (cinquenta!!) páginas. Na minha modesta opinião isso está mais para um livro (ou capítulo de livro) do que artigo; mesmo que seja um Review.

Mas, polêmicas à parte, muitas revistas limitam o número de páginas do manuscrito a ser submetido. Sendo assim, há de se dar atenção ao que é exigido e não ultrapassar o limite estipulado (caso contrário a rejeição é automática).

Há de se verificar também se no número de páginas limite está especificado se estão incluídos ou não Figuras e Tabelas.

 

i) O papel (ou contribuição) de cada co-autor do manuscrito

Aqui reside uma informação importante exigida por muitos periódicos. Se o artigo é de autoria do autor1, co-autor1, co-autor2, co-autor3, etc informar, objetivamente, o que cada um deu de contribuição para a elaboração do manuscrito: redigiu, revisou, elaborou os gráficos e tabelas, formatou o artigo, traduziu, escreveu alguns dos tópicos (introdução, materiais e métodos, etc), realizou os ensaios descritos no artigo, contribuiu nas discussões, etc. Há inclusive um documento que elenca as possibilidades de colaboração e que caracterizam a autoria de um trabalho CRediT (Contributor Roles Taxonomy).

Algumas revistas exigem também que cada uma das pessoas relacionadas na autoria do artigo façam seu registro no site da revista informando seus dados profissionais.

 

Finalizada a terceira etapa, caminhamos para a quarta que veremos a seguir.

4 – Etapas finais (indispensáveis)

a) Indicação dos referees

Essa é uma exigência em quase TODAS as revistas internacionais. Pede-se para que sejam indicados de três a cinco possíveis “árbitros” (avaliadores) que não sejam seus amigos ou parceiros de pesquisa, que possam efetuar a revisão do manuscrito para a revista à qual você submeteu o seu texto.

As informações mínimas, básicas, são as seguintes: nome completo, titulação, instituição de origem, cargo ocupado na instituição, departamento, endereço de e-mail, área de pesquisa e/ou interesse.

Durante a submissão existe um campo específico para inserir esses dados. Alternativamente, quando a revista prevê, podem ser anexados como um arquivo (.docx) ou enviado por email diretamente ao Editor da revista.

 

b) Cover letter

Esse é um item INDISPENSÁVEL mesmo que a revista não exija. Trata-se de uma carta (curta) de encaminhamento e apresentação do seu manuscrito endereçada ao Editor da Revista. É nessa carta que você vai fazer o marketing do seu artigo (“vender seu peixe”), buscando despertar o interesse do Editor em ler seu manuscrito e encaminhá-lo para os referees. Portanto, capriche nas palavras. No mínimo destaque o título do artigo, o motivo de ter selecionado a revista para submeter seu manuscrito, a importância e a contribuição do mesmo para a área do conhecimento.

 

c) Declaração de interesses

Essa é uma exigência das revistas que pedem que os autores emitam um documento (arquivo), com concordância de TODOS, de que não há nenhum outro interesse na divulgação/publicação do artigo que não seja exclusivamente científico.  Trata-se de uma declaração de que não existe nenhum conflito de interesses entre as partes envolvidas, inclusive de quem eventualmente financiou a pesquisa. É o que se chama de “declaration of competing interests”. Algumas vezes essa declaração pode ser um parágrafo da Cover Letter.

 

d) Custos de publicação

Segundo o professor Sigmar Rode (presidente da ABEC – Associação Brasileira de Editores Científicos), 1/3 de TODOS os periódicos (nacionais e internacionais) cobram alguma taxa de publicação. Ou seja, a maioria das revistas (2/3) não cobram nada. No entanto, é cauteloso verificar se há algum custo ($$) para publicação na revista a qual você está submetendo seu manuscrito, para evitar qualquer surpresa desagradável, mesmo que o artigo tenha sido aceito para publicação.

 

e) Anti-plágio

Não vamos discutir aqui o que é e o que não é plágio, mas o cuidado de verificar o índice de similaridade de seu artigo é fundamental na submissão de um manuscrito para publicação. Em geral as revistas não toleram um índice de similaridade igual ou superior a 5% (embora isso possa variar de revista para revista). Logo, além do cuidado com as citações e referências, rodar o arquivo do manuscrito em um software anti-plágio é recomendado e desejável. Há softwares “free” (Copyspider entre outros) e há os que são pagos (Turnitin, Ithenticate, etc). Se o relatório acusou um índice de similaridade superior a 5%, revise seu manuscrito antes de submetê-lo.

 

f) Check-list

Como há um sábio ditado popular que diz que “o seguro morreu de velho”, depois de todas as tarefas elencadas acima é indispensável fazer um completo “check-list” de tudo que foi preparado para inserir na submissão. Reveja tudo com calma, observe se não há nenhuma inconsistência (por exemplo: às vezes ficamos tentados a mudar algumas palavras no arquivo do Abstract e esquecemos de fazer a mesma alteração no texto do Abstract que está no corpo do manuscrito, aí......), se não falta alguma informação ou se há alguma divergência nas informações/dados. Enfim, verifique tudo e tenha a certeza de que nada está faltando ou divergindo.

 

Parte 5 – A submissão

Chegou a hora da submissão! Seja organizado, calmo, sereno e vá seguindo o passo-a-passo especificado pela revista. Salve cada passo (sempre que necessário, é claro) e finalize. Imediatamente você receberá no seu e-mail a confirmação do recebimento do artigo para a análise. Aí é só aguardar! Boa sorte!

 

Helen de Castro S. Casarin: Atualmente é professora Associada do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. É bolsista Produtividade em Pesquisa CNPq e líder do grupo de pesquisa em Comportamento e Competência Informacionais.

 

Samuel José Casarin: foi consultor associado da HUMUS e atualmente é bolsista de pós-doutorado no Depto. Eng. Mecânica, Unesp, Bauru e coordenador de cursos de pós-graduação EaD da Unyleya.