Nesta edição do HUMUS News temos o prazer em compartilhar a prática do Ensino Básico, classificada como prata, na categoria Gestão Administrativa e de Comunicação, do Colégio Farroupilha:

 

 

 

 

HISTÓRICO DA PRÁTICA EFICAZ: O Colégio Farroupilha é uma das instituições de educação básica mais antiga do Rio Grande do Sul. Foi fundada há 131 anos pela Associação Beneficente Alemã, uma entidade criada para auxiliar os imigrantes alemães e seus descendentes que estavam chegando ao sul do Brasil. Atualmente, atende 2795 estudantes do Berçário ao Ensino Médio, com a missão de educar para formar cidadãos competentes, buscando que o estudante tenha condições de pensar e desenvolver as suas próprias habilidades.

 

Em 2017, o Colégio Farroupilha contava com 415 pessoas em seu quadro de funcionários, que respondiam a duas diretorias: administrativa, com 100 pessoas, e pedagógica, com 315. Internamente, os profissionais das equipes pedagógicas eram chamados de professores ou de acordo com o nome da sua função (coordenador, monitor, auxiliar de ensino, etc) enquanto os profissionais das equipes administrativas eram chamados de colaboradores. Essa diferenciação nas denominações reforçava a impressão de que apenas as equipes pedagógicas trabalhavam na área da educação, implicando na forma como cada profissional enxergava-se e atuava na instituição.

 

Entendendo que a educação não acontece apenas na sala de aula, mas em todos os espaços de convívio cotidiano, bem como para minimizar a diferenciação entre os funcionários de diferentes áreas e reforçar o papel que cada profissional tem na educação dos estudantes do Colégio Farroupilha, a escola lançou a campanha “Todos Somos Educadores”, em uma convenção aberta a todos os educadores da instituição, que aconteceu em 14 de fevereiro de 2017. A partir desse marco, todos que trabalham no Colégio Farroupilha, independente da função, são denominados como educadores e convidados a refletirem e guiarem suas práticas a partir desse conceito. A campanha está em vigor e conta com outras atividades, descritas nos próximos tópicos.

 

OBJETIVOS DA PRÁTICA EFICAZ: Formar cidadãos competentes, que convivem bem em sociedade, respeitando o próximo, cumprindo com suas obrigações e gozando de seus direitos, o Colégio Farroupilha busca qualificar suas práticas preparando os estudantes para esse convívio.

 

PÚBLICO ALVO ATINGIDO: O público diretamente envolvido com a campanha “Todos Somos Educadores” é formado pelos profissionais que trabalham no Colégio Farroupilha, porém, outros públicos que se relacionam com a escola, como estudantes e seus familiares, parceiros, fornecedores e profissionais de imprensa, também foram impactados, pois puderam acompanhar a mudança no posicionamento da instituição acerca dos educadores que nela trabalham.

 

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A Universidade Luterana do Brasil também se destacou no PNGE 2018 e levou o prêmio prata com a prática “A Trajetória da Acessibilidade na Universidade Luterana do Brasil”, na categoria: Responsabilidade Social.

 

 

 

HISTÓRICO DA PRÁTICA EFICAZ: A Universidade Luterana do Brasil – ULBRA, hoje, a maior universidade em número de alunos do Estado do Rio Grande do Sul, pauta a sua atuação em princípios confessionais e tem como missão “Ser comunidade de aprendizagem eficaz e inovadora”. Deste modo, é constante a sua preocupação com os seus públicos estratégicos, buscando contemplar as demandas dos mesmos, nos mais distintos contextos.

Relativamente à área da acessibilidade, as ações da Ulbra remontam ao ano de 1995, quando foi criado o Instituto de Pesquisa em Acessibilidade (IPESA), que possibilitou o ingresso de três alunos surdos nos cursos de Educação Física, Geografia e Informática, no campus Canoas, através da atuação de intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) que acompanharam os candidatos já no concurso vestibular. É relevante destacar que tal preocupação antecedeu as exigências legais que, posteriormente, levariam as IES brasileiras a atender demandas de pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida, incluindo-as em seu contexto acadêmico.

 

A oferta contínua, a partir de então, de intérpretes de LIBRAS para seus alunos, no ambiente de sala de aula, constituiu fato pioneiro no âmbito acadêmico nacional, e rendeu à Ulbra visibilidade em todo o país.

A estruturação do IPESA sofreu significativa influência do então denominado Centro Educacional para Deficientes Auditivos (CEDA), escola localizada em Porto Alegre e especializada na educação de surdos que, em 1996, foi integrada à Rede de Educação Básica vinculada à mantenedora da Ulbra, passando a chamar-se Colégio ULBRA Especial Concórdia. A incorporação desta escola - pioneira no Brasil, dentre as instituições especiais privadas - na oferta do ensino fundamental e médio, à Rede Ulbra, foi uma demonstração da sensibilidade de sua mantenedora com a causa das pessoas surdas ou com deficiência auditiva, assim como da preocupação em inseri-las adequadamente na sociedade, a fim de que pudessem desempenhar sua plena cidadania.

 

Atualmente, toda a Rede de Educação Básica está alinhada com a Ulbra em atividades relacionadas à acessibilidade, envolvendo representantes da área de Acessibilidade da Ulbra em suas reuniões de trabalho, assim como tomando parte de eventos como a Semana Ulbra de Acessibilidade e a Semana Ulbra da Pessoa com Deficiência.

Diversas foram as atividades desenvolvidas pelo IPESA, a partir de então, estabelecendo parcerias, incentivando ações de extensão e pesquisa, prestando suporte ao ensino, às áreas de recursos humanos e engenharia, dentre outras, estabelecendo uma trajetória que resultou em sua expansão.

 

Assim, em 2011, dado o processo de reestruturação da Universidade, o IPESA passou a chamar-se Programa Permanente de Acessibilidade - PPA. No ano seguinte, o PPA assumiu um caráter amplificado, na medida em que, com a reconfiguração corporativa, não mais atenderia somente o campus Canoas, mas passaria a dedicar-se aos demais campi, buscando o alinhamento institucional necessário para o trato das causas relativas à acessibilidade.

 

OBJETIVOS DA PRÁTICA EFICAZ: Garantir a acessibilidade à comunidade acadêmica da Universidade (alunos, professores, corpo técnico-administrativo e comunidade em geral), possibilitando a ela, de forma igualitária, o acesso a todos os espaços e serviços oferecidos pela Universidade, bem como formar profissionais cidadãos, capazes de transformar a sociedade a partir dos princípios da acessibilidade.

 

PÚBLICO ALVO ATINGIDO: Indicar se incluem clientes, fornecedores, funcionários, docentes, terceirizados, comunidade etc.

 

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As inscrições do PNGE 2019 já estão abertas!

Garanta a participação gratuita de sua instituição pelo site: www.humus.com.br/pnge